Entre os porquês e why’s do blog

6 Set

Tenho sentido uma vontade incontrolável de falar. Necessidade de compartilhar o que penso, sinto e descubro. Foi então que me veio a idéia de criar um blog. Cada vez mais tenho questionado se toda essa “internetização” é benéfica. Sim, tenho Orkut, gmail, MSN, skype, facebook e cheguei a criar uma conta no twitter, mas, depois de algum tempo, vi que não tinha saco pra ficar entrando em todos estes sites. Praticamente abandonei o Orkut e nunca postei uma só linha no meu twitter. Comecei a perceber quanto tempo perdemos em frente ao computador e decidi fazer melhor uso do meu tempo livre estudando, lendo, ouvindo música. Admito que ainda uso mais internet do que gostaria e, principalmente, deveria. Uma vez dito tudo isso, não há muita lógica em querer criar um blog, há? Eu aqui com todo este papo de que passamos muito tempo na internet, que já nem acesso as quinhentas mil redes sociais das quais faço parte. Bom, não tem mesmo. Mas preciso deixar registrado em algum lugar a minha história e, além disso, quem “escreve” seus males espanta! 

Minha cabeça tem andado a milhão e acredito que nos meus quase 29 anos de vida meu cérebro nunca tenha trabalhado tanto. É uma ânsia de aprender tudo. Isso tudo começou quando decidi aprender italiano. Confesso que sempre morri de inveja de pessoas autodidatas. Não conseguia entender como alguém podia aprender sozinho, sem um professor, sem aquele padrão de aprendizado que temos: sala de aula – professor – aluno. Comecei a procurar sites onde pudesse estudar (de graça) – listarei alguns depois – e me mandei para a biblioteca para pegar alguns livros e ver se com sorte também acharia livros com áudio. Eis que voltei de lá com um “Italian verb handbook”, “Italian in three months” e “How to teach English”. O que este último tem a ver com o meu surto pela língua italiana? Nada! Em toda essa minha crise existencial, digamos assim, comecei a me dar conta de coisas que gosto e pasmem: tenho sentido vontade de dar aula. Daí a idéia de ler este livro.

 Entre as quinhentas mil coisas que li nestes últimos dias algumas me chamaram a atenção. Primeiro que após estudos recentes, a universidade de Londres (se não estou enganada, infelizmente não salvei o link em que li este artigo) descobriu que pessoas que aprendem uma segunda língua ainda jovem têm a massa cinzenta do cérebro maior. A minha não deve ser lá muito grande, pois só fiquei fluente em inglês recentemente. Segundo, a motivação é um dos fatores mais importantes para o aprendizado. Ok, muita gente vai dizer que isso não é novidade, mas “that’s so true”. Trazendo o meu simples mortal exemplo, levei anos-luz para aprender inglês mesmo tendo me formado em Letras e sempre tendo feito cursinhos em escolas particulares. Sempre gostei de inglês e de estudar. Então porque levei tanto tempo pra aprender? Simplesmente não tinha a motivação necessária. Eu decidi que quero falar italiano no máximo em seis meses. E mais do que fazer isso pelo meu namorado, é por mim mesma, até porque com ele falo em inglês. Quero poder ser capaz de me expressar quando estiver lá. Apesar de entender bem, ainda não falo praticamente nada. Voltando ao ponto, a motivação é o que vai fazer você alcançar seus objetivos mais rapidamente.

 Além disso uma outra coisa tem me feito pensar. Por que mesmo estudando a mesma quantidade de horas algumas pessoas aprendem mais rápido do que as outras? Por que algumas pessoas têm tanta facilidade em aprender línguas e outras não? Deve ter uma explicação científica e bem lógica. Esta será a minha próxima “pesquisa de campo”.

 Tenho estudado diariamente. A única coisa que trava um pouco é que os livros que tenho são de inglês para italiano. Então aprendo uma terceira língua com base em uma segunda. Até hoje me confundo com as preposições da vida: at, on, in, of, etc. Imagina pensar nelas em inglês e só daí entender como elas funcionam em italiano? Meio complicado mas… “I can do it”.

O meu método de estudo consta de vocabulário – diariamente -, listening – ouço música e vejo seriados -, writing – tento falar com os nativos que conheço só em italiano e por último, mas não menos importante, Grammar – um pouco de estruturas: verbos, preposições blá blá blá.

 Na minha busca por sites para aprender italiano encontrei alguns para a língua inglesa que são fantásticos e, melhor, gratuitos:

 www.englishcentral.com – neste site você encontra vídeos com temas interessantes. Você pode gravar a sua voz e ver como anda a sua pronúncia. O site dá até uma pontuação.

 www.englishexperts.com.br – um site bem bacana com dicas de inglês. 

www.busuu.com – para aqueles que já conhecem o “mocha”, este site é bem parecido. As aulas são estruturadas em vocabulário, diálogo, conversação (é um chat on-line no qual você pode falar com nativos) e revisão. O curso é dividido em níveis que vai do básico até o avançado. Têm várias línguas disponíveis: inglês, italiano, espanhol, francês, alemão etc.

 Espero ter prestado informações úteis para todos aqueles que estudam (ou pensam em estudar) por conta própria.

 No próximo post escreverei um pouco sobre a minha vida de aupair. 

That’s all folks!!!

A dopo ragazzi!

Hasta luego!

Fui…

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